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quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Poema destruidor do pensamento do Sistema

 


E então, reativamos o blog. Só que agora não só vamos postar sobre nosso "Faça você mesmo", postaremos também poemas inspirados em livros que lemos ou letras de músicas que ouvimos e por aí vai.

O poema abaixo foi inspirado no livro: "Quando fui a São Paulo ver os Stones tocarem", cuja mensagem inspira o empoderamento, a libertar-se do Sistema, o aproveitamento da existência, que é bastante efêmera e única, já dizia Carl Seagan em seu "Um pálido ponto azul".

Inspirado também no episódio da Terceira Temporada do desenho animado "Irmão do Jorel": "A vida é muito curta pra gostar de futebol", no qual o Irmão do Jorel é iniciado pelo pai no mundo do futebol, mas, prefere gastar o tempo de existir vivendo romances.

Segue o texto:

A vida é muito curta pra gastar com futebol.

A vida é muito curta pra gastar com carnaval.

A vida é muito curta pra gastar com politica.

A vida é muito curta pra gastar com eleição.

A vida é muito curta pra gastar com escola.

A vida é muito curta pra gastar com redes sociais.

A vida é muito curta pra gastar com reality show.

A vida é muito curta pra gastar com baladas.

A vida é muito curta pra gastar com bebedeira.

A vida é muito curta pra gastar com drogas.

A vida é muito curta pra gastar com guerras.

A vida é muito curta pra gastar com bandidagem.

A vida é muito curta pra gastar com as indústrias.

A vida é muito curta pra gastar com trabalho.

A vida é muito curta pra gastar com sindicalismo.

A vida é muito curta pra gastar com empreendedorismo.

A vida é muito curta pra gastar com cultura.

A vida é muito curta pra gastar com arte.

A vida é muito curta pra gastar com conhecimento.

A vida é muito curta pra gastar com servidão ao Sistema.

A todo instante, estamos dentro de um pálido ponto azul no universo perdendo nosso parco tempo de existir.


quarta-feira, 16 de abril de 2025

A adorável vida sem celular

Tudo que tememos: atraímos. E um dia vai acontecer se o temor não desaparecer. O temor mais comum hoje em dia é o de perder o celular. Parece que, unanimemente, não existe vida sem o aparelho. E, por fim, como não sou diferente de ninguém, aconteceu comigo.


Eu esperava um ônibus num terminal de shopping. Eu havia buscado na internet o horário que o próprio chegaria. Com uma mochila no colo, eu lia uma revista em quadrinhos, desejando um flashback que me remetesse à infância e adolescência.

Quando o coletivo apareceu, o celular estava no bolso da bermuda que eu usava. Eu quis saber se o horário estava sendo cumprido pelo motorista, tirei do bolso o substituto do relógio e verifiquei que cumprira. Tornei a colocar no bolso a máquina e me levantei para entrar no veículo.

Ledo engano meu! Achei que eu enfiava no bolso o que, de acordo com a utilidade racional, deveria ser só telefone, mas não: devo tê-lo deixado no assento. Não restaram outras coisas para fazer que não ligar para a operadora a fim de bloquear o chip e desconectar do dispositivo desaparecido minhas contas de redes sociais.

Bem, de certa forma foi uma obra do meu subconsciente ou do mundo espiritual. Havia meses que eu estava tendo bastante problemas com o meu celular. Muitos aborrecimentos vindo de pessoas que insistiam em me vigiar; outros se diziam preocupar demais com a minha segurança e saúde e por isso não se continham em aguardar que as notícias ruins, que chegam sozinhas e depressa, chegassem.

Havia contatos inativos que eu ansiava apagar da lista de contatos e vivia a adiar esse apagamento. E, pra ficar só nessas: faltava-me coragem para apagar aplicativos e arquivos que por vezes eram os responsáveis pelo tempo que eu perdia e, consequentemente, não me deixavam tocar em frente meus projetos.

Já nos primeiros dias desde a perda eu decidi que ficaria meses - quem sabe para sempre - sem celular. A função mater. do aparelho que chamam de telefone móvel, volta a ser do fixo que ainda tenho em casa. Idem o acesso à internet e às famigeradas redes sociais.

Sinto muita falta de gravar vídeos enquanto caminho pelas ruas, mas para resolver isso penso em comprar uma câmera digital portátil, como era antes de o celular roubar a tarefa de gravar vídeos. O mesmo vale para o gravador portátil que pretendo comprar para gravar áudios.

Na lista de equipamentos que o celular substitui estão na minha de compras: lupa, lanterna, espelhinho, calendário de bolso, bloquinho de notas, caneta, relógio de pulso com rádio FM, radinho portátil com entrada pra SD Card, leitor de ebook, despertador, agenda, calculadora.

Livros e revistas de papel eu não deixei de usar. Tanto é que eu lia uma revista quando ocorreu o fatídico. Só vou enfrentar problemas para resgatar números de telefones, pois, não existe mais as listas de telefones. E ler QR codes e códigos de barras em impressos. Pagamentos via celular e PIX eu não utilizava.

E assim caminho eu: em busca da liberdade, que no começo dessa tecnologia eu achei que o celular me daria.

domingo, 18 de fevereiro de 2024

Dry Tequila no Brechó dos Vítor?


Sim, por que não?

La receita:

- Tequila;

- Suco de laranja ou de maracujá ou das duas frutas juntas;

- Água tônica ( há quem prefere pôr Skol Beats, mas creio que não fique bom);

- Pedaços de maça pra enfeitar (se pode comer os pedaços pra dar uma atenuada na bebida).



Coisas da cozinha maravilhosa do Brechó dos Vítor

Que tal fazer café pra dois sentado na areia da praia com essa cafeteira portátil👇👇👇


Mas, se preferir tomar cerveja gelada, que tal abrir a garrafa com esse abridor com formato de garrafa de cerveja com rótulo vintage da Antarctica👆👆👆

Olhe que maravilha essa faca de passar manteiga grafada com o símbolo do Atlético Mineiro e a inscrição Galo de Ouro👇👇👇


E essa colherzinha com o desenho da menininha. 👆👆👆👆
Não tinha um que não tinha em casa uma colher dessa.

Comente sobre o que você mais gostou! 😊

Acesse o vídeo da postagem no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=MVPhZlvD_xk

quarta-feira, 28 de junho de 2023

Sacola de compras: o símbolo da fartura

 

O guarda-chuva é o símbolo da segurança. A sacola de compra: o da fartura.


Como é bom poder encher sacolas e mais sacolas com compras feitas em lojas e supermercados e levar para casa despreocupado, seguro de que a fartura será quitada, sem esforço.


Ao ser convidado para um  chá de casa  nova, eis  um  significativo presente, que ao mesmo tempo em que representa o desejo de abundância na casa do amigo, providencia o meio de ele trazer pra casa as aquisições.


Tá aí a sacola produzida pelo brechó, Precisando de uma, é só usar  o formulário de contato abaixo!





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