Arquivo do blog

Mostrando postagens com marcador empreendimento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador empreendimento. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

Por que comercializar produto usado?

A maioria dos brechós trabalha com artigos usados. Não que seja uma característica inerente do segmento de negócio, que sugira, inclusive, ser uma obrigação fiscal para operar, mas, por ter se tornado tradicional. Nem sempre o fato de ser reoperado significa poder vender mais barato.


Como expresso no vídeo acima, há a questão do valor sentimental que um produto ganha por ser antigo. É claro que ser antigo não quer dizer ser usado, mas, itens de segunda mão, ainda que virgem, são vistos assim. Haja vista que é comum encontrar no Mercado Livre produtos anacrônicos ainda na caixa.


Embora duvidando bastante, cogitei certa vez comprar garrafas antigas de refrigerante contendo o líquido lacrado. Desisti por razões óbvias: eu não ia poder comprovar a autenticidade do líquido, que era o valor agregado da mercadoria.


Há pessoas que se interessam em comprar antiguidades por uma questão de decoração. Quer seja por causa da combinação com itens modernos no ambiente a receber a composição; quer seja pelo design do antigo.

Entretanto, existem produtos que quando foram lançados não receberam aprovação exatamente por causa do design. Seria o caso do Samsung Galaxy Fold. Tire você mesmo essa conclusão:



No campo fiscal, é importante saber que o Código do consumidor e o Civil permitem que se puna o vendedor que vender como novo um produto usado. Informar que o mesmo é usado, quais são suas avariações e o que se pode cobrar em termos de devolução ou garantia é imprescindível.

Pra efeito de contabilidade, uma pessoa física não pode emitir nota fiscal. Sendo, portanto, necessário solicitar à ela a nota fiscal da mercadoria quando uma pessoa jurídica adquir dela para revenda ou, caso o vendedor não tenha a nota, emitir nota de entrada para contabilizar o dinheiro pago na aquisição.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

Brechó de sacoleira sem produto

O sistema de vendas dropshipping se caracteriza por possibilitar vendas sem que haja a necessidade de ter o produto em estoque ou em show-room. Basta um contrato com um fabricante ou intermediador e enviar para ele os pedidos feitos pelos fregueses que levantar. A remessa é o fornecedor quem faz.


Quanto à necessidade de investimento, há dois modelos de transação com o fornecedor.

No primeiro não há necessidade de investir valor, exceto para se deslocar até o freguês para efetuar a venda. Mas, o rendimento por pedido é menor. Geralmente vinte por cento de comissão. E além do envio da mercadoria, o fornecedor é quem cuida da cobrança ao cliente.

A segunda opção prevê que o vendedor remeta valores ao fornecedor para que ele conclua a venda enviando ao cliente a mercadoria. É como se o vendedor comprasse do fornecedor as peças, porém, em vez de este enviar para o comprador a entrega, em um único ponto, enviaria aos fregueses conforme seus endereços.



Nesta segunda opção, o vendedor pode decidir quanto quer ganhar por venda, adicionando ao valor que pagará ao fornecedor sua margem de lucro. E é ele, o vendedor, quem cuida de receber dos fregueses o pagamento pelas compras.


Com exceção da forma como se dá a entrega - indo direto do fornecedor ao cliente -, o sistema dropshipping lembra muito os bons tempos das sacoleiras. As sacoleiras partiam em caravana para cidades mercantis, como Petrópolis, Rio de Janeiro, para buscar produtos, como as camisetas Rato de Praia, e em casa realizavam suas vendas.

O produtor de artigo de brechó que se vir em dificuldades para fazer sua mercadoria aparecer ou até mesmo realizar vendas pode utilizar esse sistema, fazendo acordo com pessoas interessadas em vender seus artigos, ficando ele responsável pelas entregas e ou não pelas cobranças.

domingo, 13 de fevereiro de 2022

Brechó: libertando o trabalhador

Os novos rumos que tomam a Economia e o Trabalho no mundo todo tendem a implantação do Liberalismo econômico como regime político. Uma consequência desse regime no campo do Trabalho é transformar o trabalhador em empreendedor, único negociador de sua força de trabalho. Quanto a esse objetivo de trabalhar por conta própria, o brechó seria uma forma bem atraente de se operar.


Sapato artesanal da Renascença.

Contatar fornecedores para compra de matéria-prima, realizar reparos nos artigos com uso de maquinário próprio e dar saída nas mercadorias em ambientes também próprio, a forma de angariar renda se aproxima do modelo anterior à maquinofatura - revolução industrial ocorrida na Inglaterra entre 1780 e 1840.

Nesse período, o artesanato era o principal meio de organização do processo produtivo de utensílios básicos utilizados no cotidiano, tais como móveis, ferramentas e roupas. 

Até que se implantou o sistema doméstico - sistema que previa que os artesãos produzissem artigos para homens de negócio, que forneciam a matéria-prima, pagavam pela produção e a revendiam em seus estabelecimentos. Modelo que tornava liberal a relação entre empresário e operário e com isso as oportunidades de renda para os indivíduos eram maiores.


A máquina a vapor de James Watt deu início à maquinofatura.

Visando a produção mais volumosa e padronizada, os empresários deram origem às fábricas, para onde foram parar os artesãos, que passaram a ser chamados de trabalhadores.

De lá para cá é o modelo que se vinha adotando, o qual sofre outra revolução devido aos conflitos trabalhistas entre empregados e patrões gerados e à alta mecanização e automação da produção, que gera desemprego sem impacto para as empresas, mas que impacta o consumo que tanto elas quanto os governos precisam que seja aquecido.


quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

Brechó: opção de resistência ao impacto da Indústria 4.0

Na contramão de direção, como meio de resistência à extinção de alguns segmentos de negócios e advento de danos econômicos às sociedades, o brechó aparece como alternativa de empreendimento e meio de renda para pessoas de classe social menos compatível com a inclusão nos processos de enriquecimento e manutenção de riquezas que se exclusivarão no advento da Quarta Revolução Industrial ou Revolução digital - a automação dando as cartas no emprego e na economia, que prevê uma grande transformação social para a partir do ano 2030.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

O brechó como ambiente de estar

O brechó também pode se transformar em um ambiente de visitação, no qual pessoas se dirigiriam para o fim de reviver épocas. Elio Fiorucci foi seminal ao apostar nessa investida.

O novíssimo Marketing de nostalgia proporciona muitas oportunidades para quem mantém brechós que atendem aos apreciadores de festas temáticas. Modelitos anos 70 e 80 do século passado, artigos retrô para decoração de ambientes. 

IMAGEM: Internet.

E o que mais de vintage a imaginação do proprietário colocar em prateleiras.


*Texto escrito por copywriter contratado no site http://www.trampolivre.com

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

O que é um brechó

 Conforme a Wikipedia, o brechó surgiu no século XIX, quando um mascate português chamado Belchior ficou conhecido no Rio de Janeiro por vender roupas e objetos de segunda mão. Com o tempo o nome se transformou, por corruptela, em "Brechó".

Segue o conceito de brechó: Substantivo masculino. Trata-se de uma loja ou estabelecimento para venda de artigos usados, principalmente peças de vestuário. 

Aos poucos o brechó se populariza como estabelecimento que comercia roupas usadas. E foge do conceito original, que abrangia até mesmo itens de antiguidade.

A preservar a definição original, um sebo - comércio de livros, revistas, discos e fitas usados -, um antiquário - onde entre outros objetos se vende mobílias antigas - e uma loja de memorabilia - que vende artigos de colecionismo e brinquedos antigos - podem se reunir em um único estabelecimento, o brechó.

Pesquisar este blog

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *