Ser autossuficiente não é necessariamente ser independente do sistema e da sociedade para realizar processos como obter água potável, energia elétrica, adubo, alimento, roupas, transporte, tratamento médico e odontológico, remédios, comunicação remota, informação e lazer.
Não é se tornar um ermitão, abrindo mão de várias das comodidades que o Homem criou para viver mais e mais confortavelmente.
Alguns desses itens não é garantido se poder ser o provedor. E outros é necessário contar com os meios coletivos em pelo menos uma parcela do fornecimento. Mas, em se adotando esse estilo de vida, a economia financeira acontece em índice bastante desejável.
Na falta de abastecimento pelas redes convencionais, o suprimento feito pelas alternativas anula a carência dos produtos faltantes ou interrompidos.
A casa do autossuficiente conta com canteiros de horta, pequeno pomar, hidroponia, coletor de água pluvial, fossa séptica com estrutura para produção de biogás através de biodigestor anaeróbico, cisterna, painéis fotovoltáicos, geladeira ecológica, fogão à lenha com sistema de serpentina e conversão de fumaça em adubo líquido, antena parabólica, meio de transporte sem uso de combustível.
Nesse modo de viver, além da economia nas finanças comentada, acontece ganhos no campo da saúde e da satisfação espiritual.